Case de Sucesso: Retenção de alunos
Em instituições de ensino, evasão raramente acontece “do nada”. Quase sempre existem sinais anteriores — de engajamento, desempenho e comportamento operacional — que, quando bem acompanhados, permitem agir antes do cancelamento.

Foi com esse foco que uma instituição buscou a Data Facts: identificar, com antecedência, alunos com maior risco de evasão e criar uma rotina prática de ação para a coordenação e o time de sucesso do aluno.
O desafio
O objetivo era antecipar risco de evasão com base em evidências, e não apenas em percepções isoladas. Para isso, a instituição precisava de uma forma consistente de:
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identificar quem estava mais próximo de cancelar;
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entender onde o risco se concentrava (por turma, curso e perfil);
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e transformar esse diagnóstico em ações do dia a dia, com priorização e acompanhamento de resultado.
Em outras palavras: sair do “apagar incêndios” e criar um processo contínuo de retenção, com métricas e rotina.
A solução (em alto nível)
A Data Facts conduziu o projeto na categoria Retenção & Analytics, com duração de 8 a 12 semanas. O foco foi estruturar uma base de análise e um modelo de risco que ajudassem a antecipar a evasão e orientar o time com clareza sobre onde agir primeiro.
Sem detalhar tecnologias específicas, a entrega se concentrou em:
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construir um modelo de risco combinando frequência, desempenho e sinais operacionais;
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criar alertas e listas de priorização para coordenação e sucesso do aluno;
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e disponibilizar visões por turma/curso/perfil, facilitando leitura do cenário e tomada de decisão.
Resultados alcançados
Ao final do período, os principais resultados reportados foram:
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Modelo de risco combinando frequência, desempenho e sinais operacionais.
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Alertas e listas de priorização para ação da coordenação/sucesso do aluno.
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Visão por turma/curso/perfil para entender onde o risco se concentra.
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Ações mais rápidas e direcionadas, com acompanhamento do impacto.
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Base para evolução contínua do modelo, conforme novos dados entram.
O que esse case reforça
Retenção melhora quando o time consegue agir cedo e com foco. Um modelo de risco não substitui a coordenação ou o sucesso do aluno — ele dá direção. Com alertas, priorização e visões por recorte (turma/curso/perfil), a instituição ganha capacidade de agir de forma mais objetiva e medir impacto com mais clareza.
E como o modelo foi pensado para evoluir com novos dados, a operação deixa de depender de intervenções pontuais e passa a ter uma base contínua para aprimorar a estratégia de retenção ao longo do tempo.